Encolher e partilhar

... parece ser a melhor forma de nos conseguirmos manter vivos neste planeta, podemos escolher não o fazer mas se o não fizermos pelo menos sabemos porque o não fizemos. E disso, e nisso mesmo, não há desculpa.

A sustentabilidade é a possibilidade de todas as pessoas viverem vidas recompensadoras dentro daquilo que a natureza tem como recursos.

Apesar do consenso relativamente alargado e geral de que é necessário um desenvolvimento global sustentado, a economia global continua numa forma de um bussiness as usual e falha na condição mínima mais fundamental — que a procura pela humanidade por bens e serviços de um ecossistema se mantenha dentro da capacidade máxima de regeneração da biosfera. Em 2002 a humanidade como um todo funcionou num regime que superou em 20% a capacidade de regeneração de um ano do ecossistema do nosso planeta.

Corrigir a trajectória do desenvolvimento humano para um caminho mais sustentável e de preservação do planeta obrigará uma nova forma de gerir a alimentação humana, consumo de energia e mantendo ou aumentando a produtividade dos ecossistemas naturais e de agricultura.

Ou it ain't over till the fat lady sings? E depois?

Ref.:

Justin Kitzes, Mathis Wackernagel, Jonathan Loh, Audrey Peller, Steven Goldfinger, Deborah Cheng, Kallin Tea, Shrink and share: humanity's present and future Ecological Footprint Published 12 February 2008.DOI: 10.1098/rstb.2007.2164

Criado/Created: 31-05-2018 [18:17]

Última actualização/Last updated: 24-06-2020 [09:15]


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(c) Tiago Charters de Azevedo